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Câmara de Vereadores de Peixoto de Azevedo passa a utilizar energia renovável

  • Publicado em 29/06/2023

Fonte: Assessoria

Autor: Assessoria

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Autor da Foto: Assessoria

O Poder Legislativo de Peixoto de Azevedo, concluiu o processo de instalação do sistema de energia renovável que utiliza cerca de 50 painéis transformadores da energia dos raios de Sol em corrente elétrica. Desta forma, a potência gerada é enviada para o inversor que é o equipamento responsável pela conversão da energia para os padrões da rede da concessionária, corrente alternada. Posteriormente, a energia é injetada na rede elétrica.

Com a instalação das placas de energia solar, a Câmara vai reduzir sua dependência da rede elétrica convencional e, consequentemente, diminuir seus custos com energia elétrica. Além disso, a energia solar é uma fonte limpa e não emite gases poluentes, contribuindo para a preservação do meio ambiente. Para a realização dos trabalhos a Câmara de Vereadores tinha um gasto muito alto por dia. Com a utilização desta energia renovável, Hoje a energia consumida no prédio do Legislativo é toda a oriunda dos painéis, que já chegaram a produzir 82 kwh por dia desde sua instalação.

“Nós temos, além do funcionamento normal da Casa e das sessões, muitos eventos realizados na Câmara de Vereadores promovidos pela sociedade, entidades de classe e órgãos públicos do município de modo geral. Nós, com a Mesa Diretora, juntamente com os demais vereadores, tomamos uma decisão de economizar energia elétrica. E fizemos esse investimento, que além de se pagar ao longo dos anos, é um projeto que produz energia limpa e que não agride o meio ambiente”, destacou a presidente do Legislativo Rosangela de Matos Dias – Zinha -.   

Quando a produção é maior que o consumo, a unidade geradora fica com créditos com a companhia de energia elétrica e pode indicar uma unidade para utilizar esses créditos. “É uma inciativa modelo e a expectativa é que se torne referência no setor público do município e região. Mais um ponto positivo é que hoje a energia gerada é superior à nossa demanda, desta forma podemos, se assim quiser e for solicitado, indicar uma repartição pública para utilizar a energia excedente.

“Essa iniciativa pode servir de exemplo para outras instituições públicas e privadas da região, estimulando a adoção de práticas sustentáveis e a redução da emissão de gases de efeito estufa”, enfatizou a Presidente Zinha.