Assembleia Legislativa instala Frente Parlamentar em Defesa do Vale do Rio Cuiabá
Fonte: Secretaria de Comunicação Social
Autor: ELZIS CARVALHO
Autor da Foto: Foto: Karen Malagoli
integrar o que dá certo no Vale do Rio Cuiabá com o interior de Mato Grosso. Isso, segundo ele, será fundamental à geração de emprego e renda para o Estado.
“Mato Grosso passa por um momento, a revolução industrial, importante para o seu desenvolvimento. Muitos criticam que o Estado produz apenas soja e milho, isso é um equivoco. Há muita produção de proteína animal. Em todo o Estado há instalação de indústrias. A receita nesse setor cresceu mais de 40%. Essa revolução tem que ter uma sintonia com outros setores da economia. Aqui tem consumo, e aqui tem demanda”, afirmou Gelller.
O deputado Carlos Avallone (PSDB) afirmou que a Frente Parlamentar deve trabalhar de forma sintonizada entre os municípios que possuem a economia no agronegócio. Segundo ele, há cerca de 41 municípios das região produtoras que tem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito alto, mas destacou que os municípios da Baixada Cuiabana, com IDH baixo, são importantes para a economia do estado.
“Aqui é preciso definir alternativas para a região como, por exemplo, nas áreas de saúde e de serviços. Por isso é fundamenta reunir os 13 municípios para discutirem a atividades peculiares de cada um. Vamos aproveitar um Plano Diretor da Região Metropolitana que é composta por sete cidades para atender a região do Vale do Rio Cuiabá, com isso melhorar a infraestrutura dessas cidades”, explicou o parlamentar.
Presidente do Sindicato de Armazéns Gerais do Estado de Mato Grosso e do Porto Seco de Cuiabá, Francisco Antônio de Almeida, afirmou que o empenho dos deputados da Baixada Cuiabana é fundamental engrenar a região co caminho do desenvolvimento e o crescimento da região. Segundo ele, as duas maiores cidades: Cuiabá e Várzea Grande estão com índices altos de desemprego.
“Daqui, Cuiabá, partem todas as decisões que podem trazer ou não o desenvolvimento para o Estado. Isso é preocupante porque muitos bairros estão abandonados e com alto índice de desemprego e de criminalidade. A iniciativa da Frente é muito oportuna. A classe industrial vai apoiar, mas o trabalho tem que ser profundo para que Cuiabá cresça de forma sustentável”, disse Almeida.
Para a criação de empregos na Região do Vale do Rio Cuiabá, o presidente do Porto Seco disse ainda que o ex-governador Pedro Taques ‘satenizou’ o incentivo fiscal concedidos a setores produtivos de Mato Grosso.
“Aqui não tem quase incentivos fiscais. O governo precisa atrair empresas indústrias para o estado para gerar emprego e renda. Isso se faz por meio da indústria e depois vem o comércio. Se isso for feito Mato Grosso terá um desenvolvimento pleno da atividade produtiva e, com isso, ter mais recursos financeiros para investir no social. Mato Grosso não pode ser um mero exportado de grãos. Infelizmente isso é um cuidado que devemos tomar”, disse.
O Consórcio é composto por 13 municípios do Vale do Rio Cuiabá ( Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nova Brasilidândia, Planalto da Serra, Poconé e Rosário Oeste).
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